Por: Andréa Leonora | 06/10/2019

Movimento mundial antivacinação e não convivência com doenças graves consideradas sob controle, o que levou a um relaxamento da preocupação com vacinas. A receita não deu certo e o fato é que hoje o Brasil convive com um surto de sarampo.

Só nos últimos 90 dias foram confirmados 5.404 casos de sarampo. Ainda que quase a totalidade (97%) esteja concentrada no estado de São Paulo, há 176 registros em cidades de outros 18 estados, incluindo Santa Catarina e os vizinhos Paraná e Rio Grande do Sul. Os dados são do novo Boletim Epidemiológico, divulgado nessa sexta-feira (4) pelo Ministério da Saúde.

Para que a situação não ultrapasse o status de surto e chegue ao de epidemia, o Ministério começa na segunda-feira (7) a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo em todos os postos de saúde do país. Na primeira etapa, até o dia 25, o foco está em crianças de 6 meses a menores de 5 anos. O segundo grupo, que vai ser chamado à vacinação a partir de 18 de novembro, é de adultos de 20 a 29 anos, faixa etária mais acometida pela doença.

A meta é vacinar 2,6 milhões crianças na faixa prioritária e 13,6 milhões adultos. Santa Catarina já recebeu 300 mil doses da vacina para a primeira fase da campanha. Só para lembrar: É uma doença viral, extremamente contagiosa. O vírus se espalha facilmente pelo ar através da respiração, tosse ou espirros e pode ficar até duas horas no ambiente.

Uma pessoa com sarampo pode transmitir a doença para uma média de 12 a 18 pessoas que nunca foram expostas ao vírus anteriormente ou que não tenham se vacinado. A única forma de se prevenir é com a vacinação.

 

Reivindicações regionais

Foto: Pedro Schmitt

Governador Carlos Moisés abriu a Casa d’Agronômica para receber o deputado Jerry Comper (MDB) e delegação de 28 prefeitos da Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi), além dos prefeitos de Leoberto Leal e Apiúna, para receber pauta de reivindicações regionais, especialmente em ações de infraestrutura. Como primeira medida prática, Moisés firmou convênio com o consórcio dos municípios que vai repassar R$ 800 mil mensais para melhoria das estradas, com roçadas e sinalização vertical/horizontal.

 

“O partido é um ambiente masculino. Sempre defendi que as executivas tivessem uma participação mais equilibrada. Agora a Justiça vai decidir. Inclusive já existe essa orientação para que as convenções formatem uma executiva dentro desta norma, mas a cota de 30% não resolve se não tivermos a capacidade de participar das decisões do partido.”

Deputada federal Angela Amin (PP), durante o Congresso de Liderança Política Feminina

 

Aberta a temporada De olho nas eleições municipais do ano que vem, uma espécie de avant-première para 2022, os políticos com e sem mandato começam a fazer conversas para avaliar onde podem alcançar melhores resultados. No começo da semana, o deputado Ivan Naatz, único representante do Partido Verde na Assembleia Legislativa, participou de parte da reunião semanal da bancada do MDB. Falou e ouviu.

 

Já de Executivo, um que recentemente se desfiliou do PSB foi o vice-presidente da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Júlio Ronconi, prefeito de Rio Negrinho. Ele garantiu que vai disputar a reeleição, mas admitiu que ainda estuda em que nova agremiação partidária deve se filiar. Por enquanto, fica na mesma situação do deputado estadual Bruno Souza – sem partido.

 

Um passo a mais A Câmara dos Deputados aprovou projeto que facilita divórcio para vítima de violência doméstica. A medida resulta de uma alteração na Lei Maria da Penha. A mudança permite que o juiz responsável pela ação de violência doméstica decrete o divórcio ou dissolução da união estável a pedido da vítima. A matéria agora segue para sanção presidencial.

 

Expectativa Em Santa Catarina, 74,3% dos consumidores vão pesquisar o melhor preço antes de fechar a compra do presente para o Dia das Crianças. Em busca de economia, a média de gasto caiu de R$ 189,28 para R$ 180,29 do ano passado para cá. A redução é de 4,7%. Chapecó é a cidade catarinense que aponta para o maior gasto médio (R$ 210,90), enquanto Itajaí deve apresentar o menor gasto médio (R$ 167,43). Os dados são da Fecomércio-SC. “A pesquisa de preço é um comportamento unânime do consumidor catarinense neste ano. Preço, promoção e atendimento fazem a diferença”, considera o presidente da entidade, Bruno Breithaupt.