Por: Pelo Estado por: Andréa Leonora | 1 mês atrás

Santa Catarina pode ter um papel relevante no novo momento político do país. Além de Valdir Colatto (MDB), deputado federal não reeleito que ontem aceitou o convite para ser chefe do Serviço Florestal do Ministério da Agricultura, o deputado federal Esperidião Amin, eleito senador pelo PP, mantém o projeto de disputar a presidência de sua nova Casa. Agora, o já senador Dário Berger (MDB) lançou seu nome para candidatura à liderança do MDB no Senado Federal, biênio 2019/2020.

Ele consultou a atual líder, senadora Simone Tebet (MDB/MS), e só passou a disputar a função depois de ela garantir que não buscará a reeleição. Independentemente dos espaços que Santa Catarina vai ocupar, seja no Legislativo ou no Executivo federal, o fato é que o Estado terá que se posicionar com veemência para resolver problemas que já se tornaram históricos, como o não repasse de royalties do petróleo, a distorção do que remete de impostos para o governo federal e do que recebe de volta – menos de 3% -, a defasagem da tabela do SUS e o baixo investimento federal em infraestrutura.

 

Uma mulher na Santur

Maurício Vieira/Secom

O governador Carlos Moisés bateu o martelo, ontem à tarde, e definiu o nome do novo presidente da Santur. Ou melhor, da nova presidente. A primeira mulher a dirigir a empresa responsável pela promoção do turismo de Santa Catarina será Flávia Didomenico, de Chapecó. Ela é graduada em Turismo e Hotelaria e especialista em Planejamento, Gestão e Marketing Turístico. Estava atuando como orientadora de curso e coordenadora de projetos turísticos no Departamento Regional do Senac-SC. Também é consultora de projetos turísticos externos. Foi docente em nível superior e técnico nos cursos de Turismo e Hotelaria de diferentes instituições. Tem experiência na área de planejamento turístico, atuando como consultora no turismo público, restaurantes e na hotelaria, marketing turístico, conscientização turística, entre outras áreas.

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“O veto a este projeto é incompreensível e vamos trabalhar para derrubá-lo no plenário da Assembleia Legislativa”

Deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT), ao receber a notícia do veto do governador Carlos Moisés ao Projeto de Lei de sua autoria que obriga a publicidade da agenda do Poder Executivo.  Minotto considerou o veto “um equívoco” no momento em que a sociedade pede mais transparência

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 Novidades? Ainda não se sabe o que, mas hoje o governador Moisés fará um anúncio importante sobre a ponte Hercílio Luz. Primeira ligação entre a Ilha de Santa Catarina e a parte continental que formam Florianópolis, a ponte virou uma verdadeira novela. E um escoadouro de recursos. Inaugurada em 1926, teve o tráfego interrompido em 1982 e novamente em 1991. Desde então, já se seguiram inúmeros projetos de recuperação e de reforma. Até o atual, iniciado no período Raimundo Colombo. O volume de dinheiro investido ali já gerou uma série de polêmicas, além de quedas de braço entre os poderes.

O anúncio acontecerá durante reunião para tratar da reforma da Ponte Hercílio Luz, marcada para a tarde desta sexta-feira. Pela composição do encontro, fica claro que o assunto é sério. Além do secretário de Estado da Infraestrutra e Mobilidade, Carlos Hassler, o procurador-geral de Justiça, Sandro José Neis, a juíza Carolina Ranzolin Nerbass Fretta, representando o Judiciário, e o presidente do Observatório Social de Santa Catarina, Leomir Antônio Minozzo.

Pressa O novo presidente da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Joares Ponticelli, prefeito de Tubarão, tem pressa. Ele tomou posse na terça-feira (15) e já tem audiências marcadas para segunda-feira (21) com os secretários de Estado da Fazenda, Paulo Eli, e da Educação, Natalino Uggioni. Ele ainda aguarda a confirmação de uma agenda também com o governador. Ponticelli é o entrevistado da próxima segunda da Pelo Estado Entrevista.

Olha o prazo! As 521 mil empresas excluídas do Simples Nacional pela Receita Federal têm até o dia 31 de janeiro para regularização dos débitos com o fisco e retorno ao regime tributário. O pagamento pode ser feito à vista ou parcelado em até 60 meses. As empresas excluídas este mês fazem parte das mais de 732 mil que foram notificadas no ano passado. Quem não se regularizar neste período só poderá fazer novo pedido de enquadramento no Simples em 2020.